Notas sobre uma descoberta...
Desde dezembro/2015 decidi mudar a minha alimentação, e para tal procurar uma das melhores profissionais da minha região. Levei ao seu consultório a minha maior inquietação: Meu hábito quase que promíscuo de me alimentar, visto que só comia o que achava gostoso. Aquilo era um estilo de vida que não combinava mais comigo, nem com a minha idade (afinal já eram 24 anos...).
Entrei motivada, sai desafiada. Não sai saltitante, sabia que o desafio ali seria grande, muito grande. As minhas novas escolhas alimentares me economizou algumas idas as pizzarias e as docerias no geral, mas me requisitou muito no Hortifruti e no Supermercado. E aquela tentação dos FIT? Dos GLUTEN-FREE? Ô indústria inteligente! E, claro, eu caia :)
Até que essa mesma profissional resolvera mudar a estratégia alimentar, me apresentando a Low Carb. Mais uma vez sai desafiada do consultório, nunca feliz! rs Dessa vez, entretanto, a felicidade não tardou em chegar...
O consumo de 'comidas de verdade' me apresentou a um estilo de vida que desejava há anos, mas que eu não sabia se era possível, se eu conseguiria, e nem sabia que tinha nome.
A minha satisfação em ter o meu lixo reduzido em quase 70%, onde o meu descarte é de sumariamente orgânicos, e quase nada de embalagens. Entender que o carboidrato, ora exaltado, não é tão santo assim. Ver que a gordura, ora demonizada, não é tão inimiga assim. E melhor, conseguir enxergar a trama ideológica/consumista que está por trás de toda a indústria alimentícia, inclusive as FREE, FIT, GOURMET, etc.
Para além da redução dos industrializados, a Low Carb me iluminou para o consumo desmedido e incrivelmente influenciado de outros itens da minha vida.
Acredito que farei outras notas sobre a vida minimalista e seu encantador convite para viver com o necessário.
Veja a que ponto chegamos: precisamos ser relembrados de que o necessário nos basta, e não precisamos ter, ter, ter... Mas isso não é óbvio?

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