segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Hipocrisia nossa de cada dia...


Não sei se já falei, mas sou uma vendedora assídua. Tudo que vejo muito tempo parado, eu vendo. Me incomodo com as minhas coisas paradas, me incomodo com as coisas dos outros paradas. Eu tenho vontade de vender tudo quanto é troço. E tenho 'sucesso' nessa vereda, consigo vender 'bem' as coisas que exponho. (Ps: Coloquei entre aspas pois acho que poderia vender mais! rs).

Um dos artigos que mais vendo são as roupas, recentemente anunciei várias peças pois havia mudado de corpo e gosto, então desapeguei mesmo. E é nesse lugar que reside a minha hipocrisia: "Vendo, mas sempre disse: Nunca compraria uma roupa usada". Mas, porque? Porque não compraria uma roupa usada de um brechó ou bazar? Porque serve para os outros e não serve para você? Que lugar é esse que você se coloca, lugar separado do resto das pessoas?

Isso tem acometido a minha mente muito e muito recentemente, a necessidade de repensar a minha forma de consumir moda. Na verdade o que sinto não está muito distante do que 'querem' que eu sinta (Quando digo querem me refiro a mídia, a publicidade, aos fomentadores de consumo, enfim, ao capital e todo o sistema que se alimenta do consumo e todo o fetiche que está envolta dele). O status e o prazer e consumir coisas novas, as reações fisiológicas de felicidades e alegria ao entrar em alguma loja cara e compra um item, mesmo que isso se esgote em pouco tempo, visto que me depararei com a discrepância do que ganho e do que é viável gastar com uma peça de roupa. 

Como já falei em outro post, a alimentação me fez repensar o consumo de bens, de forma bem geral, e ultimamente tenho pensado muito sobre a moda e as suas formas desleais de se apresentar pro consumidor.

A cada passada no shopping são novas peças, novas coleções, novos 'must-have', novas vitrines combinandinhas, novos vazios, novos 0 significados, nos fetiches. A abstinencia de compras me ajudou a refletir sobre isso também, me mostou que eu posso usar uma peça de roupa até que ela acabe, se esgote, e que portanto, não é necessário que eu acumule peças e peças que usei apenas uma vez.

Repetir roupas para as mesmas pessoas não é nada problemático. NADA! Problemático é entrar na noia do "Ah, mas já me viram com essa peça, preciso ir com outra". Porque? Em que isso vai mudar substancialmente a sua forma de relação com as pessoas? A forma de abordagem? Em NADA!

Como falei, estou lendo sobre essa forma de consumir moda, e existem muitos vídeos e leituras sobre os brechós. Ainda não os visitei, mas pretendo em breve.

Nessas pesquisas, os autores vem mostrando o quão interessante pode ser essa compra de moda em brechó, e por vários motivos:

- Força a sua criatividade, pois as peças estão totalmente descontextualizadas de tendencias X ou Y. Você vai raciocinar sobre o seu estilo e da funcionalidade daquilo no seu guarda-roupa.

- Você favorece financeiramente os munícipes, que lucram muito pouco esse tipo de negócio.

- Você traz para casa uma peça cheia de história e significado, e propõe um novo significado ao coloca-lo no seu armário.

- Você economiza :D

Para mim o mais importante dentre esses motivos todos é o poder raciocinar, não ter informação nenhuma pronta. Isso é fantástico, nunca feito por mim, e 100% na contra-mão do que preconiza o formato atual de sociedade.

Vamos valorizar os vendedores locais, o artesanato, o brechó, os bazares, a energia que circula e se renova, o que tem significado!


domingo, 2 de outubro de 2016

Sobre Arriscar.

Eu não sei se é assim com a maioria das pessoas, mas eu quando estou com certas coisas pendentes eu prefiro ficar reclusa, sem aparecer muito pra sociedade, como forma de evitar questionamentos dos outros sobre a minha vida pessoal que não tá lá essas coisas. Nessa me distancio de muitos, inclusive daqueles que tenho grande consideração. Mas é um atitude instintiva, de auto proteção e conservação, e forma também de maturar e me recriar, replanejar.

Entretanto, tenho absoluta certeza que é no contato com o outro que aprendemos mais. É na RALAÇÃO com o outro que crescemos. Digo ralação parafraseando uma professora de Psicologia da época da faculdade, que menciona ralação pois esse encontro não necessariamente é harmonioso, mas é constitutivo, sem dúvidas.

E foi num desses momentos que fui levada a visitar um tio que não via há anos, e claro, vieram as clássicas perguntas: - Tá com quantos anos? Tá trabalhando? Tá morando aonde? - Além de reparar no peso, claro!! As respostas não foram as do padrão: Jovem bonita e bem sucedida.

Mas, foi na nossa despedida que ele falou uma coisa que valeu a pena todo o inconveniente que eu possa ter passado. Ele disse: Arrisque-se, e não tenha medo.

Como boa capricorniana, arriscar não é o meu verbo preferido. Mas tenho reparado o quanto de coisas tenho deixado para por esperar o momento perfeito. Talvez ele nunca chegue, ou talvez não é realmente pra chegar, tornando assim necessário que lide com as adversidades e dali busque alternativas, seja criativa. 

Vamos entrar em mais uma semana, fiz um planejamento conservador, mas caso seja cumprido, me permitirá ousar nas próximas, ARRISCAR! Pois o tempo não para que consertemos tudo que julgamos necessário, as vezes é necessário que continuemos muito com algumas faltas.

Boa semana, e arrisquem por ai, por aqui eu vou tentar também :)


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Receita: Bolo de banana com Cacau sem trigo branco e sem glúten.


Essa receitinha é uma adaptação que deu super certo! Juntei tudo que já tinha em casa e rezei muito para dar certo, resultado? Deu super certo!! Vale a pena tentar. É super simples, com ingredientes simples e o principal, não leva farinha de trigo :) Fica fofinho e cai super bem como sobremesa ou como lanche da tarde. E quem quiser, pode incrementar fazendo cobertura, colocar oleoginosas e por ai vai... 

Ingredientes:
  • 3 ovos
  • 3 bananas maduras
  • 1/4 de xícara de óleo de coco
  • 1/3 de xícara de açúcar mascavo (ou mel)
  • 2 colheres de sopa (generosas) de cacau em pó
  • Pitada de sal
  • 1 colher de sopa de extrato de baunilha
  • 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 3/4 de xícara de farinha de linhaça dourada
  • 1 colher de sobremesa de fermento em pó
 
Modo de preparo:
  • Num liquidificador bata os seguintes ingredientes: os ovos, as bananas, o óleo de coco, o açúcar,  o cacau e a pitada de sal. Processe todos esses ingredientes até adquirir uma massa bem homogênea.
  • Logo depois adicione à mistura o extrato de baunilha e o bicarbonato, e processo mais um pouco.
  • Em seguida, com o liquidificador desligado, adicione a farinha de linhaça e o fermento. Dessa vez, indico que misture delicadamente com uma espátula.
  • Pronto!
Agora é só já ligar o seu forno a 180ºC e deixá-lo pre aquecendo, e untar uma forma com óleo de coco e cacau, adicionar a mistura à forma e colocá-lo pra assar por um período médio de 30/40. Antes de retirá-lo do forno é bom fazer aquele antigo teste do palito ou do garfo, só pra checar se está tudo bem assadinho, e enfim retirá-lo e curtir seu delicioso bolinho, quente mesmo rsrs Porque eu sempre como assim, bem quentinho :)

Esse foi o meu, feito hoje!




Espero que aproveitem!

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Um adeus forçado: #10pan



Hoje vamos conversar um pouco sobre esse Protetor Solar da Racco FPS 30 que participava do #10pan, mas foi interceptado pela sua validade rs. 


Enfim, vamos as minhas percepções sobre esse item. Não gostei muito, infelizmente. Tenho a pele oleosa e não senti que ele ajudou muito nesse aspecto. Ele não é daqueles sequinhos (O meu preferido é o Minesol ROC), deixou o rosto meio oleoso, lustroso. Além disso, tem a proteção solar de 30, que na minha opinião é baixa, visto que a minha dermato recomendou usar os de FPS 70.

Um ponto que achei positivo é perfume, é bem cheiroso e esse não me incomoda em nada, não sei às pessoas mais sensíveis.

Infelizmente tive que descartá-lo antes do término. Eu não sou muuuuuito de ligar pra essas coisas de validade, mas como se trata de um protetor solar, tenho receio de sair por aqui apenas com uma película nada protetora no rosto. Então, preferi não arriscar rs

Como ganhei duas amostras de um protetor solar da Vichy, vou usá-los :) Portanto, o meu Project 10 pan (Versão produtinhos de banheiro rs) em breve terão novos protagonistas. Quando terminar usá-los retorno aqui :)

Perder itens cheios por causa dá validade é outra forma de percebermos que estamos consumindo de forma excessiva. Estejamos atentos a esse sinal também :|
Sobre as segundas-feira...



Venho de algumas semanas chatas, de inércia total. Nessa última segunda-feira resolvi tratar o dia mais odiado de todos de uma forma diferente. Levantei da minha cama, arrumei-a, parti para o meu café da manhã e escolhi o prato que eu mais gostava independente de dieta ou normas... Senti que o meu dia seria diferente e que a semana seria diferente, e está sendo. 

Dai vieram alguns pensamentos sobre a importância da gente tratar bem o primeiro momento, o que inaugura a nossa semana: as manhãs das segundas-feira. Claro que coisas ruins acontecerão independente de você comer panquecas ou não, mas a forma como você lidará com elas pode se alterar de alguma forma, pode ser mais leve! 

Deixo aqui o meu convite: trate diferente a manhã da segunda. Desacelere e se agrade, depois podemos papear sobre o quão isso pode ter sido importante para a sua semana, ainda que tenha sido o único de leveza e paz, mas foi o primeiro!

Bom meio de semana (:

domingo, 25 de setembro de 2016

Outra feliz despedida: #10pan


Hoje fiz minha última lavagem com o Shampoo Doctar, da marca Darrow. E olha, tenho boas coisas pra contar dele :)




Esse é o meu quarto item do projeto que tem ao total 20 itens e confesso que de agora em diante ficará cada vez mais difícil acabar com os itens aos quais me propus tal tarefa. Mas vamos em frente sempre!!

Bom, esse shampoo é do tipo Anti caspa, e é bem forte. Ele tem uma consistência bem líquida, bem fluida, e também uma coloração meio amarronzada e um cheirinho bem estranho de remédio rs, mas nada que fique nos fios ou que incomode em demasia. 
Logo quando aplicamos no couro cabeludo e massageamos, é possível sentir uma refrescancia bem intensa, parecida com a Halls preta, sabe? Só que no couro cabeludo rs. Ele faz uma limpeza bem profunda dos fios e removeu realmente as minhas caspas.

Foi necessário o uso contínuo do produto para que eu notasse a sua eficácia, o que é normal, já trata-se de uma shampoo de tratamento. Além disso, na primeira vez em que eu usei o produto (Esse já é o meu segundo), eu tinha escova progressiva nos fios e a acredito que ele tenha cortado uma pouco do efeito da química. Então as pessoas que tem química nos fios, estejam atentas.

Além disso, eu tenho os fios oleosos, então a sua ação profunda nunca foi um problema. Mas aqueles que tem os fios mais ressecados, é bom sempre se garantir passando uma mascara hidratante após as lavagens com o Doctar.

De modo geral, minha avaliação é bem positiva. Apesar de ser um item caro, por volta do R$ 52,00 nas farmácias da minha cidade, ele cumpre o que promete: Acabar com as caspas. Então, vale a pena praquelas pessoas que já tentaram de tudo e ainda tem essas insistentes.

Eu não comprarei novamente pois o meu caso já está bem controlado e também tenho alguns outros shampoo pra usar. Mas tenho sempre comigo shampoo de limpeza profunda (o meu é da Natura), acredito que seja um item indispensável praqueles que gostam de uma limpeza extra.

Até :)



quinta-feira, 22 de setembro de 2016

#10 Pan bombando rs

Aeee, projeto tá bombando por aqui! Esse Body Splash será o terceiro item do qual me despeço. Que belezinha :)


Sério, porque eu compro isso? Porque? Esse meu é o do Victoria Secrets de Morango e Champagne. O bichinho é cheirosinho, mas não fica nem 5 minutos na minha pele. Tudo bem que eu não sou uma boa referência nesse quesito, pois pouquíssimos são os perfumes que ficam na minha pele, mas esse dai bate o recorde de não-fixação. 
Na minha opinião, é uma aguinha perfumada que funcionava bem naqueles dias de calor intenso, que você já sai suando do banho e que não está muito a fim de ter nada pegajoso na sua pele, sabe? Mas do aroma dele simplesmente evaporar da minha pele não me deixa nada feliz com ele, e por esse motivo não vou adquiri-lo novamente.

Como perfume diurno estou usando agora um da Feito Brasil, é bem cheiroso também, e é nesse estilo mais leve, mais aguinha rs. Além disso, a empresa é nacional tem uma política linda!! Depois trago mais detalhes pois vale a pena um post exclusivo.

Fui e até :*




segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Notas sobre um amor em forma de Lip Balm


E lá se foi mais um item do projeto!! Que felicidade vê-los chegando ao fim :)
Confesso que me despedir desse item não me deixou tão feliz assim, sabe. Porque esse é daqueles que tem lugar cativo no meu coração e na minha rotina.

Como já falei no inicio do projeto, eu tive alguns problemas com consumo de maquiagens e os protetores labiais não ficavam de fora. E nessa comprova vários deles e diferentes marcas e formatos: Estee Lauder; Burt's Bee; EOS; Chapstick; Rosebuld Salve; e outros.
E o que fez morada no meu coração foi esse ai da Nivea, esse azulzinho especificamente.

Já usei quase todos da Nivea, mas esse de longe foi o melhor pra mim. É hidratante na medida certa, não é pegajoso, é num formato que é o ideal pra mim pois não suja as minhas mãos, restaura os lábios deixando-os lisinhos e macios. É só amor!!!

Desse vale a pena comprar novamente, sem dúvidas. Entretanto, não comprarei por aqui, pois já tenho um outro (Med - Também da Nivea) para ser usado. E já adianto que não é igual ao meu preferido :/ Questão de preferência, né, quanto a gente gosta é assim mesmo, fica difícil substituir rs.

Eu não lembro exatamente quanto custou essa unidade, mas não passa de R$ 14,00 nas farmácias da minha cidade. Pela qualidade, pelo valor e pela durabilidade esse é o verdadeiro Nice and Cheap dos Lip Balms.

Beijos e até :)

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A primeira despedida: #10pan

Hoje me despedi do primeiro item do meu projeto #10pan. Que beleza terminar um produtinho, né? Me dá uma sensação de dinheiro bem investido rs. 
Eu já disse, né? Mas vou repetir rs: descartá-los tem me deixado mais feliz do que comprá-los... Quem te viu, quem te vê hein, senhorita!

E a estrela do dia é:

- Loção Hidratante - Epidrat Ultra;



Adquiri esse hidratante corporal por indicação da minha dermatologista há alguns anos. Eu o utilizava apenas como pós deploratório e sempre acompanhado do Bepantol Derma. Por ser  uma hipoalergênico, sem cor e sem perfume, era o meu aliado nas ocasiões em que a minha pele estava mais sensibilizada.

E ele cumpriu muito bem a sua tarefa! Fiquei bem feliz com ele durante esses anos que me acompanhou. Digo anos porque ele rendeu bastante e o seu uso não era diário, tudo isso ajudou a prolongar a vida útil desse item que não é dos mais baratos. 
Ele realmente protege a pele, cria uma camada protetora, sabe? É daqueles produtos que depois que você usa e vai lavar as mãos, ele ainda fica por ali como um film. Sabem como? rs

E hoje, refletindo sobre a necessidade desse item no meu armário, me perguntei: Eu nunca tive pele sensível, porque então adquiri um item tão caro para tal função? A resposta é NÃO SEI! rs 
Bom, apesar de um bom item, ele não tem muita utilidade pra mim. As funções que preciso nele eu encontro em qualquer outro hidratante, portanto não compraria novamente! Vou usar os outros que tenho por aqui junto com o Bepantol Derma e vai ser sucesso do mesmo jeito.

Beijos e até breve!!! 









quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Sobre esmaltes

O 'repensar o uso' também passou pela prateleira de esmaltes, sabe rs.

Já fazem alguns anos que eu deixei a rotina de fazer unhas na manicure toda semana, habito que eu mantinha sei lá porque, porque terceiros achavam que era bonitinho e "higiênico" ter sempre as unhas feitas e pintadas semanalmente.

Com essa rotina eu fui adquirindo esmaltes e mais esmaltes, e já bati a marca por 80 frascos. Desde Risqué até Dior, muitos deles eu só usei uma vez e olhe lá. 

Primeiro eu me questionei sobre a necessidade de manter essa rotina tão intensa de idas a Manicure: Eu, uma adolescente precisava mesmo disso? E porque fazer unhas está ligado a higiene? Limpeza seria outra coisa, não? Pintar seria simples estética, correto?
Dessas reflexões culminei no abandono do hábito de comprar esmaltes. Assim, fui reduzindo tanto as idas a manicure quanto a quantidade de esmaltes estocados.

Hoje eu aprendi a fazer a minha própria unha e também que não ter as unhas esmaltadas é muito mais lindo e saudável.

Assim, como eu tava já olhando o meu armário pro 10 pan, bati o olho nos esmaltes. Ainda tinha lá cores que não tinha usado e que nem usaria, pois não combinavam em nada comigo. Moral da história: Dos 34, separei 17 pra doação e 17 ficaram comigo.

E juro que não tive a intenção de dividir a coleção ao meio exato, apenas aconteceu o número 17. E é um número que bastante significado pra mim! Fiquei bem feliz quando contei rs


Na foto superior da colagem estão os esmaltes já divididos e com os seus destinos definidos rs. Os da sacolinha foram fazer uma manicure feliz, e os da cestinha ficaram comigo.
Na imagem esquerda estão os que partiram. Tem vários brancos, dois verdes nunca usados, um preto e alguns glitters.
Já na imagem da direita foram o que ficaram: Vários rosas e vermelhos. Cores que eu amo e uso! :)

Caso alguém queira ver alguma cor específica de pertinho, é só falar.

Fica aqui o convite para reflexão contínua dos nossos hábitos. Será que não estamos a repeti-los por uma mera convenção? Acredito que a abstenção/suspensão do hábito possa nos ajudar e muito em raciocinar se este é realmente necessário em nossas vidas. Assim funcionou comigo! Quem sabe não funciona por ai?


Até breve :*

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Sobre uma descoberta muito desejada: O desodorante caseiro


Há alguns anos eu venho repensando o uso dos Desodorantes em Aerosol, os antitranspirantes da vida. Minha reflexão veio principalmente por causa das polêmicas: Entope isso, dá câncer naquilo. E como eu já sou mais chegada as coisas naturais, logo pensei na suspensão do usei de tipo de produto mas não via nenhuma alternativa, não dentro dos supermercados.
Até que uma amiga me falou dos antiPERSpirante, explicou-me na época alguns diferenças desse tipo pra mais tradicional, e acrescentou que a abolição dos antitranspirantes fora uma indicação de sua médica.

Lá fui eu comprar o Herbíssimo. Era só amor pelo Herbíssimo,
Ela não me deixa com cheiro ruim, e sempre que eu podia, eu não usava nada.
Percebia assim, que o mal cheira fora sumindo gradativamente. O que corrobora com aquela teoria que o mal cheiro, o cêcê, é 'criado' pelo uso do próprio desodorante.
Contudo, chego na farmárcio e cadê o Herbíssimo? Chego o supermercado... Herbíssimo? NADA de Herbíssimo e também de nenhum outro desodorante desse tipo.

Moral da história: Voltei pro Dove, meu favorito dos antitranspirantes.
ATÉ QUE... Houve uma reviravolta nessa história: Uma amiga, outra amiga... Me fala do desodorante caseiro, receita da Bela Gil. E melhor: que ela estava usando e adorando.

Uma nova esperança nasceu para as minhas filosofias de vida!!!
Fui na farmácia e na loja de produtos naturais, comprei os ingredientes necessário:
- Leite de Magnésia;
- Óleo essencial (optei pelo eucalipto).

E é só juntar com um cadinho de água, colocar no borrifador e ser feliz!!! 


- Na primeira foto estão as coisas que precisei para o meu novo experimento: Um frasco com spray + Leite de Magnésia (Custou R$ 6,00) + Óleo Essencial de Eucalipto (R$ 20,00)
Como a água é de casa mesmo, não posou pra foto rs
- Na segunda foto já aparece o meu novo desodorante em seu novo lar :)

(as medidas, no meu caso, foram bem aleatórios: Coloquei 3/4 do frasco de Leite de  magnésia + 3 gotas de óleo essencial + Completei com água. Tem um vídeo da Bela no Youtube que ensina a fazer direitinho. Peguem ai: https://www.youtube.com/watch?v=20zMQZDV6GM)

Ainda não usei, pois estou acabando com o meu Dove ainda. Espero que seja o último!! :D 

Volto pra dizer se funcionou ou não.

Beijos!!

sábado, 6 de agosto de 2016

#Project10pan P1

#Project10pan P2


#Project10pan

Que na verdade será o #20pan rs.

Sabe quando você já faz uma coisa, tem uma 'mania' e descobre que essa 'mania' tem um nome? Muito bom descobrir isso, né?! Foi o que aconteceu comigo quando descobri o Project 10 pan, que consiste basicamente em usar os seus produtos até o fim, sejam eles de qualquer gênero. Eu escolhi produtos de beleza, visto que há alguns anos o meu vício estava em comprar e acumular esse tipo de produto.

Entretanto, vale notar que o mais importante desse projeto está para além do consumo até o fim de um item, está em repensarmos a nossa relação com o consumo e principalmente observar de que precisamos de pouco, muito pouco para viver :)

Curiosamente começar a trabalhar e pagar contas mexeu muito com o meu consumismo, reduzindo-o drasticamente. Digo curiosamente pois geralmente as pessoas gastam mais quando começam a trabalhar, comigo aconteceu 100% o contrário. O trabalho trouxe consigo o real valor da minha hora de trabalho e do necessário raciocínio de como e com o que esse valor deveria ser gasto/investido.

Se a Low Carb me ajudou a repensar o consumo de alimentos industrializados, o trabalho me ajudou a repensar o consumo desmedido que permeia e é muito bem explorado pela indústria no mundo feminino.

Aos poucos me peguei no processo de desapego: Doei diversos itens do meu acervo, vendi outros tantos, mas ainda conto com alguns.

Acima estão os 20 itens que selecionei. E acredite, alguns dele eu tenho duplicados ou outras unidades do mesmo item, por exemplo: Tenho dois Tenys pé (Porque, meu Deus??); tenho TRÊS hidratantes corporais, sendo que não gosto de usá-los (Cadê o sentido disso??); etc.

Enfim, hoje em dia vejo muito mais graça em finalizar meus potinhos do que em adquirir novos rs.

A medida que eu for usando os itens que separei acima voltarei aqui pra fazer considerações. E dizer se vou comprar outro, ou se vou adicionar algum outro item ao projeto.



PS: Conheci esse projeto no blog Vida Minimalista, da Camile Carvalho. Vale a pena ir até lá!





sexta-feira, 29 de julho de 2016



Notas sobre uma descoberta...

Desde dezembro/2015 decidi mudar a minha alimentação, e para tal procurar uma das melhores profissionais da minha região. Levei ao seu consultório a minha maior inquietação: Meu hábito quase que promíscuo de me alimentar, visto que só comia o que achava gostoso. Aquilo era um estilo de vida que não combinava mais comigo, nem com a minha idade (afinal já eram 24 anos...).

Entrei motivada, sai desafiada. Não sai saltitante, sabia que o desafio ali seria grande, muito grande. As minhas novas escolhas alimentares me economizou algumas idas as pizzarias e as docerias no geral, mas me requisitou muito no Hortifruti e no Supermercado. E aquela tentação dos FIT? Dos GLUTEN-FREE? Ô indústria inteligente! E, claro, eu caia :)

Até que essa mesma profissional resolvera mudar a estratégia alimentar, me apresentando a Low Carb. Mais uma vez sai desafiada do consultório, nunca feliz! rs Dessa vez, entretanto, a felicidade não tardou em chegar...

O consumo de 'comidas de verdade' me apresentou a um estilo de vida que desejava há anos, mas que eu não sabia se era possível, se eu conseguiria, e nem sabia que tinha nome. 
A minha satisfação em ter o meu lixo reduzido em quase 70%, onde o meu descarte é de sumariamente orgânicos, e quase nada de embalagens. Entender que o carboidrato, ora exaltado, não é tão santo assim. Ver que a gordura, ora demonizada, não é tão inimiga assim. E melhor, conseguir enxergar a trama ideológica/consumista que está por trás de toda a indústria alimentícia, inclusive as FREE, FIT, GOURMET, etc.

Para além da redução dos industrializados, a Low Carb me iluminou para o consumo desmedido e incrivelmente influenciado de outros itens da minha vida.

Acredito que farei outras notas sobre a vida minimalista e seu encantador convite para viver com o necessário.

Veja a que ponto chegamos: precisamos ser relembrados de que o necessário nos basta, e não precisamos ter, ter, ter... Mas isso não é óbvio? 

terça-feira, 19 de julho de 2016

Bom,

há algum tempo estou o com pensamento insistente de retomar esse espaço. Não para falar necessariamente de beleza, como era a ideia inicial anos atrás, mas pra falar de coisas cotidianas, do meu cotidiano, e que é o cotidiano de muitas gente por ai. Sem duvidas isso também incluirá a beleza, mas não somente.

Tentei alterar o nome... Mas não consegui rs! Faltam-me várias habilidade com esse mundo das internet. Mas me sobra vontade de escrever, então... Vamos aproveitar o espaço, independente do título rs

Acredito que umas das primeiras coisas que eu gostaria de escrever será sobre a minha alimentação, ou sobre o meu cabelo, ou sobre consumo. Enfim... Nos próximos dias farei postagens especificas sobre inquietações de minh'alma.

Boa noite e bom recomeço pra nós!